Embora outros cinco presidentes brasileiros sejam declarados como negros ou mestiços, apenas Nilo Peçanha tem, por parte dos historiadores, alcançado o status de único representante de pele escura a comandar a nação, ainda que por curto período.
Filho de pai branco e mãe negra, Peçanha, nascido em 1867, na cidade de Campos, no norte fluminense, possuía todos os requisitos para engrossar a massa de indigentes a perambular país afora – mulato e pobre, muito embora a família materna gozasse de recursos.
Todavia, mesmo vivendo em uma sociedade europeizada e preconceituosa, venceu o destino guardado aos de sua origem e o estado de quase indigência herdado a que os libertos eram submetidos, tornando-se bacharel em Direito pela Faculdade de Recife e advogado. Posteriormente, ingressou no Clube Republicano, donde emergiu politicamente participando das campanhas abolicionista e republicana.
Elegendo-se inicialmente em 1890 para a assembléia constituinte, passou por vários mandatos - deputado, senador e governador (presidente) do Rio de Janeiro, até ser indicado e eleito vice-presidente da República na chapa de Afonso Pena, em 1906.
Com a morte de Afonso Pena, vitimado por uma pneumonia, no ano de 1909, assumiu o cargo como o 7º presidente da República, em uma época onde não havia massificação da propaganda partidária, muito menos fotos. Neste contexto Nilo Peçanha passou quase desapercebido.
Em seu mandato, celebrizou-se por inaugurar o ciclo de escolas técnicas no país e deu início ao saneamento básico na Baixada fluminense, 94 anos depois, sem conclusão.
Ainda que fosse um político de prestígio, ocupando o cargo de 1º mandatário da nação, foi vitima, assim como no passado humilde, de infâmias e comentários racistas. A imprensa o ridicularizava em virtude de sua cor e seus oponentes, como o também presidente da República, Artur Bernardes, o tratavam por “o mulato”.
Para disfarçar o tom negro de sua pele, em suas fotos oficiais, Nilo Peçanha recorria à maquiagem.
Mas, a despeito de suas qualidades e defeitos, o país que conferiu mandato a um negro, era também implacável em seu julgamento. Não por seu caráter e aptidão, mas tão somente em virtude de sua etnia e origem.
Gilberto Freyre, em uma de suas várias incursões acerca da formação e origem do povo brasileiro, mais tarde criará uma cínica analogia, entre futebol e os hábitos políticos deste presidente, no que diz respeito à malícia por ele utilizada, sendo coisa inerente do gênero mestiço, mencionando que "o nosso estilo de jogar (…) exprime o mesmo mulatismo de que Nilo Peçanha foi até hoje a melhor afirmação na arte política".
A hierarquização por nuances etnológicas e raciais, dentro da sociedade brasileira, pouco evoluiu neste quase um século, após o advento do presidente negro. Se hoje temos Lula ridicularizado por suas origens, outrora, ainda que Nilo Peçanha houvesse conquistado com êxito e mérito formação acadêmica, sua ascendência era motivo de intolerância para a elite pouco condescendente, ainda que essa elite fosse composta em larga escala por outros mestiços, porque, os grandes contingentes migratórios europeus que clarearam a sociedade nas décadas seguintes, ainda não haviam causado impacto.
Como hoje, a imprensa era o principal recurso na promoção da discriminação e intolerância.
DIÁRIO DO BARQUEIRO BRASIL
A Inteligencia Artificial...
sábado, 18 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Quem tem medo do grupo Globo/Folha/Estadão/PSDB/DEM ?
Eleições se aproximando... O que os “amiguinhos” do cabeçalho vão aprontar de última hora para finalizar a campanha de Dilma ? Essa gente, habituada a dossiês e golpes volta à carga. Desesperados com o 3º mandato do PT, os neocons vão partir para o tudo ou nada e é bem provável a tentativa de nova panfletagem conservadora, como às vésperas do golpe de 64 para inibir a vitória petista.
Sem uma plataforma de governo capaz de seduzir o eleitor, vítima de seu próprio discurso tedioso e sem recursos para peitar seus oponentes, a canalhada político-jornalística, através de seu braço cauterizado, o PIG (Partido da Imprensa Golpista), vem montando ao longo dos meses uma grande operação para deter a derrota certa. Eleições? Que nada! Essa gente quer o tumulto, a violência, o caos, obtidos através da desinformação e denuncismo.
Não contribuem em nada para a melhoria dos índices no que diz respeito ao bem-estar e educação da população.
São corruptos em seu ofício porque incapazes de produzir isenção e imparcialidade.
Sem uma plataforma de governo capaz de seduzir o eleitor, vítima de seu próprio discurso tedioso e sem recursos para peitar seus oponentes, a canalhada político-jornalística, através de seu braço cauterizado, o PIG (Partido da Imprensa Golpista), vem montando ao longo dos meses uma grande operação para deter a derrota certa. Eleições? Que nada! Essa gente quer o tumulto, a violência, o caos, obtidos através da desinformação e denuncismo.
Não contribuem em nada para a melhoria dos índices no que diz respeito ao bem-estar e educação da população.
São corruptos em seu ofício porque incapazes de produzir isenção e imparcialidade.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Lula - Ignorante ou cafona?
Muito se afirma sobre o fato de ser Lula ignorante, semi-analfabeto ( aí é uma questão pedagógica – seria ele analfabeto, semi-analfabeto, analfabeto funcional ?) ou cafona, como vaticinou o emérito Caetano Veloso.
Há outros adjetivos cavernosos, como corrupto, mentiroso, etc. Todavia, o texto irá ater-se especificamente ao rótulo “ignorante”, até porque, tratando-se de política, e política nacional, ser corrupto ou mentiroso, do mandatário presidente, ao mais obscuro legislador, parece quase condição sine quo non para os respectivos cargos. Porém, o ‘caso Lula” é mais emblemático.
O Brasil insiste em conceitualizar formas e padrões no estilo adereço universitário. Se o sujeito exibe boa dicção à base de títulos, obviamente terá o afago da choldra, ainda que contra ele pesem outras insígnias nem tão abonadoras. Mas, para ascender a tal cargo, ainda que exiba vigorosa lista de condutas ilegais ou imorais, essencial ser janota.
Vivenciamos durante toda a extensão do século XX a imposição tenebrosa de bacharéis, militares das mais altas patentes, número incontável de gente a acomodar-se como sumo mandatário da nação. Todos de estirpe e linhagem invejáveis. Alguns, na tentativa de aproximação da matula, bradam pertencerem à “cozinha”, em uma alusão à menor aptidão do povo mais humilde.
Todavia, quando um qualquer, cidadão brasileiro, ascende, certos setores da população,impúberes em matéria de justiça e cidadania, lançam-lhe injúrias terríveis, detratando-o, manipulados que estão pela elite midiática, auto-proclamada formadora de opinião. É , novamente, a tentativa de impor uma espécie de plutocracia. A velha cantilena plutocrata e elitista, cujo discurso baseia-se na afirmação de esvaziamento ideológico, político e intelectual do eleitorado em uma clara tentativa de desprestigiar o atual e o próximo governos. E isso é latente ou muito claro em vários segmentos sociais ditos intelectualizados, sempre a espreita do golpe, das mais variadas matizes ideológicas, provando a hipocrisia de algumas facções da esquerda, além de contínua intolerância conservadora, não contida apenas no topo da pirâmide social, mas através dela e até a base.
Há no Brasil, uma rigorosa reserva de poder, riqueza e conhecimento, todos associados a um número reduzido de pessoas e grupos, cuja natureza é isolarem-se em torno de seus respectivos nichos e com a detenção destes elementos, tendem desde sempre a manipular e impor seus métodos, representados pelo menosprezo e preconceito.
E este diminuto grupo de intelectuais e argentários está determinado a exterminar a crescente influência do populacho mal vestido, mal pago e agora pouco obsequioso às firulas democráticas da elite, esquematizadas na base “do mais bem preparado intelectualmente”, como se desde sempre tivesse recorrido à ascensão ou promoção meritória.
Mas, de um modo geral, o brasileiro não se identifica com seus políticos, muito menos tem apreço por suas elites. Sabe, dentro de sua ignorância profana, causa da náusea elitista, não estar representado, nem em discurso, tão pouco em atos, a não ser pelo presidente, que, como ele, o povo, consegue expressar-se de forma inteligível, sem os velhos arquétipos acadêmicos ou arabescos literários.
Lula é ignorante? Quem o fez presidente? Por que este mesmo Lula lidera há décadas um partido repleto de intelectuais, dentre os mais vistosos e festejados do Brasil? Acaso?
Sem entrar no mérito de ser o atual presidente adepto de todo o tipo de negociata política, e que em oito anos não encaminhou seu regime a fim de livrar-se desta praga; desconsiderando o fato de seu partido haver-se encaminhado para um projeto à feição do grande capital, ter adotado o paternalismo, o clientelismo e a face do populismo como linhas ideológicas, mantendo toda estrutura de mando há séculos estabelecida, sem definitivamente enfrentar o resquício dos tantos anos de ditadura e chibata capitalista, e aí, não é apenas referencial à ditadura militar a partir de 1964, fato é que Lula há muito deixou de ser o peão de indústria. É sim, um homem destinado à história, por ter promovido ascensão de pobres à classe média, e classe média, é sinônimo de poder, poder de compra, poder de persuasão ... Por suas características pessoais, carisma, liderança e capacidade de aprender com o meio por ele freqüentado - acadêmicos, religiosos, estudantes, professores e estadistas. E se disso não houvesse ele retirado conteúdo para formar-se, seria sim, ignorante, atado como um quadrúpede.
Polêmica à parte, invocar esse ou aquele título para estabelecer competência não garante capacidade para gerir a coisa pública. E isso é fato provado no Brasil por vários e incontáveis exemplos.
Nunca é demais lembrar que em virtude do (pseudo) Estado democrático vigente, pode-se questionar abertamente a conduta, a retórica ou mesmo a formação do chefe do executivo, sem que haja contra o cidadão qualquer reprimenda.
Àqueles cuja principal ocupação é detratar, menosprezar ou atingir, ainda que haja fundo de verdade, bom lembrar que as instituições hoje concretas, garantem toda a liberdade de expressão, por vezes, até excessiva, respeitando-se a opinião e até mesmo as acusações por ela gerada.
Há outros adjetivos cavernosos, como corrupto, mentiroso, etc. Todavia, o texto irá ater-se especificamente ao rótulo “ignorante”, até porque, tratando-se de política, e política nacional, ser corrupto ou mentiroso, do mandatário presidente, ao mais obscuro legislador, parece quase condição sine quo non para os respectivos cargos. Porém, o ‘caso Lula” é mais emblemático.
O Brasil insiste em conceitualizar formas e padrões no estilo adereço universitário. Se o sujeito exibe boa dicção à base de títulos, obviamente terá o afago da choldra, ainda que contra ele pesem outras insígnias nem tão abonadoras. Mas, para ascender a tal cargo, ainda que exiba vigorosa lista de condutas ilegais ou imorais, essencial ser janota.
Vivenciamos durante toda a extensão do século XX a imposição tenebrosa de bacharéis, militares das mais altas patentes, número incontável de gente a acomodar-se como sumo mandatário da nação. Todos de estirpe e linhagem invejáveis. Alguns, na tentativa de aproximação da matula, bradam pertencerem à “cozinha”, em uma alusão à menor aptidão do povo mais humilde.
Todavia, quando um qualquer, cidadão brasileiro, ascende, certos setores da população,impúberes em matéria de justiça e cidadania, lançam-lhe injúrias terríveis, detratando-o, manipulados que estão pela elite midiática, auto-proclamada formadora de opinião. É , novamente, a tentativa de impor uma espécie de plutocracia. A velha cantilena plutocrata e elitista, cujo discurso baseia-se na afirmação de esvaziamento ideológico, político e intelectual do eleitorado em uma clara tentativa de desprestigiar o atual e o próximo governos. E isso é latente ou muito claro em vários segmentos sociais ditos intelectualizados, sempre a espreita do golpe, das mais variadas matizes ideológicas, provando a hipocrisia de algumas facções da esquerda, além de contínua intolerância conservadora, não contida apenas no topo da pirâmide social, mas através dela e até a base.
Há no Brasil, uma rigorosa reserva de poder, riqueza e conhecimento, todos associados a um número reduzido de pessoas e grupos, cuja natureza é isolarem-se em torno de seus respectivos nichos e com a detenção destes elementos, tendem desde sempre a manipular e impor seus métodos, representados pelo menosprezo e preconceito.
E este diminuto grupo de intelectuais e argentários está determinado a exterminar a crescente influência do populacho mal vestido, mal pago e agora pouco obsequioso às firulas democráticas da elite, esquematizadas na base “do mais bem preparado intelectualmente”, como se desde sempre tivesse recorrido à ascensão ou promoção meritória.
Mas, de um modo geral, o brasileiro não se identifica com seus políticos, muito menos tem apreço por suas elites. Sabe, dentro de sua ignorância profana, causa da náusea elitista, não estar representado, nem em discurso, tão pouco em atos, a não ser pelo presidente, que, como ele, o povo, consegue expressar-se de forma inteligível, sem os velhos arquétipos acadêmicos ou arabescos literários.
Lula é ignorante? Quem o fez presidente? Por que este mesmo Lula lidera há décadas um partido repleto de intelectuais, dentre os mais vistosos e festejados do Brasil? Acaso?
Sem entrar no mérito de ser o atual presidente adepto de todo o tipo de negociata política, e que em oito anos não encaminhou seu regime a fim de livrar-se desta praga; desconsiderando o fato de seu partido haver-se encaminhado para um projeto à feição do grande capital, ter adotado o paternalismo, o clientelismo e a face do populismo como linhas ideológicas, mantendo toda estrutura de mando há séculos estabelecida, sem definitivamente enfrentar o resquício dos tantos anos de ditadura e chibata capitalista, e aí, não é apenas referencial à ditadura militar a partir de 1964, fato é que Lula há muito deixou de ser o peão de indústria. É sim, um homem destinado à história, por ter promovido ascensão de pobres à classe média, e classe média, é sinônimo de poder, poder de compra, poder de persuasão ... Por suas características pessoais, carisma, liderança e capacidade de aprender com o meio por ele freqüentado - acadêmicos, religiosos, estudantes, professores e estadistas. E se disso não houvesse ele retirado conteúdo para formar-se, seria sim, ignorante, atado como um quadrúpede.
Polêmica à parte, invocar esse ou aquele título para estabelecer competência não garante capacidade para gerir a coisa pública. E isso é fato provado no Brasil por vários e incontáveis exemplos.
Nunca é demais lembrar que em virtude do (pseudo) Estado democrático vigente, pode-se questionar abertamente a conduta, a retórica ou mesmo a formação do chefe do executivo, sem que haja contra o cidadão qualquer reprimenda.
Àqueles cuja principal ocupação é detratar, menosprezar ou atingir, ainda que haja fundo de verdade, bom lembrar que as instituições hoje concretas, garantem toda a liberdade de expressão, por vezes, até excessiva, respeitando-se a opinião e até mesmo as acusações por ela gerada.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Filmoteca
A Nação do Medo
A Batalha por Moscou ainda não acabou.
Muito se tem simulado acerca de possibilidades existentes quanto a um possível outro desfecho na II Guerra Mundial.
É quase uma necessidade para os interessados no assunto gerar teorias do tipo “ e se a Alemanha Nazista vencesse os Aliados?”.
Pois bem, apresento um dos mais interessantes raciocínios gerados pelo cinema nesta questão.
Trata-se do filme “A Nação do Medo”, de 1994, com Miranda Richardson (O Cavaleiro sem Cabeça) e Hutger Hauer (o mesmo ator que um ano depois, seria consagrado como o capitão Etienne de Navarre em “O Feitiço de Áquila”, uma das mais belas fantasias do gênero).
A trama passa-se em meados dos anos de 1960, e mostra um mundo política e geograficamente diferente daquele em que vivemos. Hitler (então, já um ancião alquebrado) havia repelido o Desembarque na costa da Normandia, tendo imposto um armistício aos alliados ocidentais.
Porém, a batalha no front oriental continua uma incógnita, arrastando-se através dos anos.
A fim de concluir a derrota soviética, e eliminar o “perigo vermelho” no ocidente, o líder alemão propõe uma aliança com os EUA.
Todavia, a solução final imposta pelo partido nazista aos Judeus é o grande empecilho para a assinatura do tratado, vez que os aliados do cedem à propaganda, e aceitam o consenso geral no que diz respeito ao envio do povo de Israel para regiões remotas da Eurásia.
Para assegurar a confiabilidade das informações oficiais, personalidades alemães, detentoras do real destino dos Judeus, são assassinadas, dando inicio a uma grande conspiração.
Daí por diante, Xavier (Hutger Hauer), oficial da Polícia, começa a investigação e cada passo dado em direção à verdade, constitui-se em um risco em potencial para sua vida.
Vale a pena conferir. O filme está disponível na Internet e em vídeo locadoras
A Batalha por Moscou ainda não acabou.
Muito se tem simulado acerca de possibilidades existentes quanto a um possível outro desfecho na II Guerra Mundial.
É quase uma necessidade para os interessados no assunto gerar teorias do tipo “ e se a Alemanha Nazista vencesse os Aliados?”.
Pois bem, apresento um dos mais interessantes raciocínios gerados pelo cinema nesta questão.
Trata-se do filme “A Nação do Medo”, de 1994, com Miranda Richardson (O Cavaleiro sem Cabeça) e Hutger Hauer (o mesmo ator que um ano depois, seria consagrado como o capitão Etienne de Navarre em “O Feitiço de Áquila”, uma das mais belas fantasias do gênero).
A trama passa-se em meados dos anos de 1960, e mostra um mundo política e geograficamente diferente daquele em que vivemos. Hitler (então, já um ancião alquebrado) havia repelido o Desembarque na costa da Normandia, tendo imposto um armistício aos alliados ocidentais.
Porém, a batalha no front oriental continua uma incógnita, arrastando-se através dos anos.
A fim de concluir a derrota soviética, e eliminar o “perigo vermelho” no ocidente, o líder alemão propõe uma aliança com os EUA.
Todavia, a solução final imposta pelo partido nazista aos Judeus é o grande empecilho para a assinatura do tratado, vez que os aliados do cedem à propaganda, e aceitam o consenso geral no que diz respeito ao envio do povo de Israel para regiões remotas da Eurásia.
Para assegurar a confiabilidade das informações oficiais, personalidades alemães, detentoras do real destino dos Judeus, são assassinadas, dando inicio a uma grande conspiração.
Daí por diante, Xavier (Hutger Hauer), oficial da Polícia, começa a investigação e cada passo dado em direção à verdade, constitui-se em um risco em potencial para sua vida.
Vale a pena conferir. O filme está disponível na Internet e em vídeo locadoras
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